Dois membros do movimento Educafro iniciaram, por volta das 15h de domingo, uma greve de fome. Antonio Fortaleza e Esther Rufino escolheram o Dia da Consciência Negra para se acorrentar em frente à reitoria da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e iniciar o ato. "Escolhemos o Dia da Consciência Negra porque sabemos que não temos muito para comemorar, e queremos a inserção do negro na universidade pública", justificou o homem.
A greve tem como objetivo conseguir uma reunião com representantes da instituição sobre a inclusão dos negros na Unesp.
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