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(...) A escola brasileira já trabalha com referências a indígenas –o “dia do índio”, em que as crianças pintam o rosto, por exemplo. Mas para estudiosos do tema, está visão tem mais a ver com estereótipos do que com a cultura indígena em si. “Nós temos um olhar muito fetichista, de pureza. O indígena tem que morar no mato, ficar nu. Se usa camisa já não é indígena”, avalia o historiador Mateus Buffone. Fonte / Link: Gazeta do Povo | ||||||||||
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(Gazeta do Povo)