Maria Alice Setubal
(...) Para o professor francês, uma política que dê condições para alunos de diferentes origens e culturas estudarem juntos e em harmonia deve ser prioridade. Apenas assim será possível romper com a segregação instalada nos territórios de alta vulnerabilidade, onde o convívio apenas com os iguais reforça as desigualdades e dificulta a circulação e a promoção de diálogos diferenciados – o que resulta em uma educação de menor qualidade.
A experiência da França neste tema tão complexo pode servir de alerta e também de inspiração para que no Brasil possamos desenhar políticas públicas melhores, que impactem as escolas localizadas nos territórios de alta vulnerabilidade social.
Fonte / Link: Uol