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Para especialistas, de nada adianta inserir aparatos tecnológicos sem mudar a metodologia "Temos uma escola do século 19, um professor do século 20 e um aluno do século 21." A frase do especialista em educação Mozart Neves Ramos já se tornou um clássico e ilustra bem o desafio de despertar nas crianças e adolescentes o interesse pelo aprendizado em sala de aula. Que os projetores e computadores já estão no ambiente escolar e os smartphones nas mãos de alunos e alunas é uma constatação cada vez mais crescente, principalmente nos colégios particulares. Já se fala até em Educação 3.0, com tantos aparatos tecnológicos à disposição. Mas colocar objetos de última geração dentro das escolas é suficiente para falar a mesma língua do jovem?
Fonte / Link:
Correio Web
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