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“Azular”, “biscoitar”, “bucho quebrado”, “sutilin”, “impaludismo”. Esses são alguns dos termos que circulam pelo território de Correntina, na Bahia, e que dão conta de resgatar a história de inúmeras famílias do campo e suas tradições. Carregadas de simbologia e proferidas mais naturalmente pelas pessoas mais velhas, essas expressões também encontram eco na fala dos mais jovens, ao repetir em seus contextos as fala dos bisavós, avós, pais, mães e outros familiares. Fonte / Link: Aprendiz | ||||||||||