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Ações de ex-alunos e contribuições de empresários têm dado impulso a fundos criados por escolas de elite do país para bancar bolsas de estudo e financiar pesquisas. O movimento vem abrindo as portas de faculdades como o Insper e a FGV –que cobram mensalidades de R$ 3.000 a R$ 5.000– para estudantes de baixa renda e permitindo que escolas públicas como a Politécnica da USP financiem projetos com recursos privados.
Fonte / Link:
Folha de São Paulo
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