(...) Quase um ano depois, a mesma saída: pós-graduandos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e de outras quatro universidades mineiras (UFV, UFOP, UFLA e UFJF) voltam a cruzar os braços. Isto porque, apesar do reajuste de 10%, concedido em maio do último ano, o Ministério da Educação (MEC) não cumpriu a promessa feita aos estudantes de agregar novo percentual de aumento ao benefício neste trimestre, o que compensaria parte das sucessivas perdas provocadas pela inflação ao longo dos anos em que não houve correção no valor pago.
Estado de Minas