Entrevista com Rodrigo Travitzki, doutor em Educação pela USP
Sou a favor de indicadores de qualidade, mas não sou a favor do ranking. Ele é uma forma de indicador bem pobre. Você posiciona as escolas como se fossem times de futebol: primeiro, segundo, terceiro, e tem sempre um vencedor e um perdedor. Mas, para a educação, isso é muito perigoso.
O Estado de São Paulo)