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Após duas greves de professores em 2015, cerca de 60% das escolas esticaram o ano letivo até fevereiro deste ano para repor as aulas perdidas. Novos diretores, muitos deles jovens lideranças, assumiram a gestão escolar no mês de fevereiro, com o desafio de colocar a casa em ordem, após um ano atípico. O governo do estado, que concedeu reajuste salarial aos servidores e engavetou o projeto de fechar escolas, enfrenta o desafio de reconstruir o diálogo com a comunidade escolar. Fonte / Link: Gazeta do Povo | ||||||||||
