Uma reviravolta derrubou a liminar do Sinepe-SC (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Santa Catarina), aprovada há menos de um mês, que autorizava as escolas a cobrarem taxas mais altas a alunos com deficiências físicas e mentais.
Quem entrou na briga pelo direito igualitário à educação foi a Prefeitura de Florianópolis. A procuradoria do município entrou com um agravo exigindo que a justiça catarinense proibisse cobranças a mais para alunos com doenças. O desembargador Luiz Zanelato julgou o caso e suspendeu a liminar na terça-feira, dia 29.
Fonte / Link: Uol