Quando David Karp tinha 14 anos, ele claramente era um adolescente brilhante. Calado, um tanto recluso e entediado com suas aulas na Escola Secundária de Ciências do Bronx, em Nova York. Ele passava a maior parte de seu tempo livre dentro do quarto, com os olhos grudados no computador.
Mas, em vez de tentar arrancá-lo da frente do monitor ou persuadi-lo a sair para tomar um ar fresco, sua mãe, Barbara Ackerman, pensou em outra solução: ela sugeriu que ele abandonasse a escola e passasse a ser educado em casa.
Uol