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Cerca de 400 pessoas com necessidades especiais podem ficar desassistidas caso a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Fortaleza feche as portas este ano. A possibilidade é relatada pelas pedagogas Maristela Alencar, 73, e Maria Lúcia Barbosa, 72, que trabalham voluntariamente na entidade filantrópica desde a sua criação, no ano de 1972. Fonte / Link: O Povo | ||||||||||
